Top nas Olimpíadas 2016

Após tri, Bolt diz: “Estou tentando ser um dos maiores, estar entre Ali e Pelé"

ESPORTE

19/08/2016 - 8:11

Após tri, Bolt diz: “Estou tentando ser um dos maiores, estar entre Ali e Pelé

POR: GLOBO ESPORTE

A festa de Usain Bolt foi grande na noite desta quinta-feira, com direito a beijo na pista do Engenhão. O título nos 200m rasos do Rio de Janeiro foi o terceiro consecutivo do jamaicano na prova em Olimpíadas e o oitavo ouro do homem mais rápido do mundo. O Raio, que costuma se chamar de lenda viva, afirmou que é o maior da história do atletismo e voltou a se comparar com outros ídolos do esporte.

– Não preciso provar mais nada. O que mais posso fazer para provar que sou o maior? Estou tentando ser um dos maiores, estar entre Ali e Pelé. Espero que depois dos Jogos eu esteja nesse hall. Só estou esperando depois dos Jogos para ver o que a mídia vai dizer. Vocês vão me colocar e os fãs também, mas agora não, estou trabalhando muito, tenho que dar mais um passo para chegar ao nível deles, estou muito contente. Tenho que esperar o que vocês vão escrever amanhã e no dia seguinte – disse Bolt.

O último passo de Bolt para chegar ao patamar de Pelé e Muhammad Ali é o ouro no revezamento 4x100m rasos. Usain já havia se tornado no Rio o primeiro velocista a conquistar o tri olímpico dos 100m rasos. Nesta quinta, ele repetiu o feito nos 200m rasos. Ele deve fazer o mesmo no revezamento 4x100m rasos da Jamaica nesta sexta – há a possibilidade de o país perder o título de 2008 por causa do doping de Nesta Carter. Bolt não gostou da marca 19s78 que lhe deu o ouro dos 200m rasos, mas deu show na comemoração.

– Tudo é especial. Os 200m rasos é minha prova favorita. Há um foco grande, então estou aliviado. Corri forte na curva. Na reta, meu corpo não respondeu. Estou ficando velho. Fiz tanto no esporte. Agora quero apenas curtir minha vida. Não tenho nada mais para provar. Fiz tudo o que poderia. É um alívio. Eu finalmente consegui. Eu acho que é minha última Olimpíada – disse Bolt, que tem 29 anos.


Rio 2016: “Sou tão abençoada por Deus”, diz Simone Manuel, a primeira nadadora negra a ganhar ouro

“Sou tão abençoada por Deus”, diz primeira nadadora negra a ganhar ouro

A nadadora cristã Simone Manuel bateu um recorde olímpico na última quinta-feira (11) e se tornou a primeira e única negra campeã olímpica da natação individual.

A jovem de apenas 20 anos de Sugarland, Texas (EUA), ganhou medalha de ouro na categoria de estilo livre (100 metros). Ela competia com a canadense Penny Oleksiak e o tempo das duas foi de 52s70. O registro quebrou o recorde olímpico anterior. A vencedora participa do evento pela primeira vez.

Em uma marcante entrevista, logo após sua corrida, ela louvou a Deus por sua vitória. “Tudo o que posso fazer é entregar toda glória a Deus. Tem sido uma longa jornada nestes últimos quatro anos”, relatou para o site Examiner Christian. “Sou tão abençoada por ter uma medalha de ouro. Eu sou tão abençoada”, comemora.

Simone tem o costume de publicar agradecimentos a Deus em seu Twitter e postou mais um após a corrida: “É uma honra representar os Estados Unidos. Deus está trabalhando em mim. Eu sou tão abençoada e grata. Obrigado a todos pelo apoio”.

Ela já havia ganhado uma medalha de prata em uma corrida de revezamento, e disse que não esperava um ouro individual. “Vindo para minha primeira Olimpíada, eu nem imaginava que iria receber uma medalha de ouro individual. Meu objetivo era apenas obter mais experiência e nadar o mais rápido quanto pudesse”, disse a nadadora, segundo o The Guardian.

“E depois das semifinais, ao me ver onde estou… Quando cheguei esta noite, eu estava como quem dizia, ‘eu quero subir naquele pódio’. Bater um recorde e obter um registro americano com uma medalha de ouro é super emocionante para mim”, ressaltou.

Ela acrescentou que sua vitória foi significativa para o atual clima político nos EUA. “Isso significa muito, especialmente com o que está acontecendo no mundo de hoje, sobre algumas das questões de violência contra os negros”, disse a campeã. “Esta vitória traz esperança e mudança para alguns dos problemas que estão acontecendo”, finalizou.

(Guiame)


Rio 2016: Vara x Varinha: Japonês passa por momento constrangedor no salto com vara

VARA X VARINHA

18/08/2016 - 01:13:16

Japonês passa por momento constrangedor no salto com vara

Hiroki Ogita durante salto falhado na eliminatória dos Jogos do Rio

Hiroki Ogita teve um momento constrangedor durante os Jogos Olímpicos do Rio. Atleta do salto com vara, o japonês acabou não passando da eliminatória, mas chamou a atenção pela forma inusitada como tocou a barra em seu primeiro salto.

Na primeira tentativa de passar a altura de 5.30m, ele encostou os joelhos na barra, mas ela aparentava que não cairia. Porém, quando seu pênis na barra, fez com que ela caísse.

De qualquer forma, o atleta de 28 anos acabou passando na próxima tentativa e depois ainda saltou 5.45. Porém, como falhou nas tentativas de 5.60m, foi eliminado.

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Rio 2016: Brasil amassa Honduras e vai à final por ouro inédito

Esporte

Quarta-Feira, 17 de Agosto de 2016, 14h:22 | Atualizado:

RIO 2016

Brasil amassa Honduras e vai à final por ouro inédito

Terra

A mesma Seleção Brasileira contestada em suas duas primeiras partidas nas Olimpíadas do Rio de Janeiro – frustrantes empates por 0 a 0 com África do Sul e Iraque – foi ovacionada pelo público do Maracanã no início da tarde desta quarta-feira, no Maracanã. Não era para menos. A equipe comandada por Rogério Micale não tomou conhecimento de Honduras, construiu uma vitória por 6 a 0, com gols de Neymar (2), Gabriel Jesus (2), Marquinhos e Luan, e chegou à sonhada decisão.

Será a quarta final de um torneio olímpico de futebol masculino que o Brasil, ainda em busca da inédita medalha de ouro, disputará. Antes, o País foi derrotado em decisões pelo México em Londres 2012, pela União Soviética em Seul 1988 e para a França em Los Angeles 1984. Além dessas pratas, houve dois bronzes na história nacional, em Pequim 2008 e em Atlanta 1996.

A adversária da Seleção Brasileira será definida ainda nesta quarta-feira, no duelo de algozes entre Nigéria (que eliminou o Brasil nos Jogos de 1996) e Alemanha (a responsável pela histórica goleada por 7 a 1, sofrida na Copa do Mundo de 2014), que se enfrentam em Itaquera em busca da chance de também estar na final das 17h30 (de Brasília) de sábado, no Maracanã. No mesmo dia, mas às 13 horas (de Brasília), Honduras jogará pelo bronze no Mineirão.

O jogo – O Brasil não deu tempo para surgirem sinais de desconfiança no Maracanã. Enquanto muitos torcedores ainda se acomodavam nas arquibancadas, Neymar já pressionava a saída de Honduras, forçando o erro de Palacios. O atacante do Barcelona ficou livre na área adversária, dividiu com o goleiro López e viu a bola entrar aos 14 segundos de partida.

A única preocupação que a Seleção Brasileira encontrou no primeiro tempo, a partir de então, foi o fato de Neymar ter se machucado na disputa com López. Recuperado pouco tempo, o astro logo chamou a atenção dos marcadores hondurenhos, que o marcavam com violência – embora ele valorizasse bastante cada queda no gramado, como costuma fazer.

Sem conseguir incomodar a defesa brasileira, o técnico colombiano Jorge Luis Pinto e os seus jogadores, então, voltaram as suas críticas à arbitragem do romeno Oividiu Alin. O Brasil não se importava com as queixas. Nem a torcida, que festejava o bom momento do futebol nacional, raro nos últimos anos, com gritos empolgados de “o campeão voltou”.

Haveria mais para celebrar ainda na etapa inicial. Aos 25 minutos, Luan recebeu a bola de Gabriel e achou Gabriel Jesus nas costas da defesa hondurenha, do lado esquerdo. O atacante que o Palmeiras vendeu ao Manchester City correu e completou com categoria na saída de López para ampliar o placar.

A jogada de Gabriel Jesus trouxe tranquilidade não apenas para a Seleção, contestada no início da sua campanha nos Jogos Olímpicos, mas para o próprio atleta, um dos mais criticados no período de turbulência. Foi dele também o terceiro gol. Aos 34, com assistência de Neymar, voltou a concluir diante de López e, desta vez, mandou para o alto da meta.

Parecia claro que, naquele instante, o Brasil já tinha uma medalha olímpica assegurada no Rio de Janeiro. Eufórico, o público vislumbrava a premiação dourada – e tinha até uma seleção predileta para a conquista da prata. “Ô, Alemanha, pode esperar! A sua hora vai chegar!”, berravam os torcedores, ainda sem saber o resultado da semifinais entre os alemães e a Nigéria.

Com esse ambiente, a Seleção Brasileira foi e voltou serena do vestiário do Maracanã para jogar o segundo tempo. E rapidamente transformou o marcador parcial de vitória em goleada. Aos cinco minutos, Neymar cobrou escanteio da esquerda, e a bola parou nos pés de Marquinhos. O zagueiro teve dificuldades no domínio, mas estufou a rede na finalização.

Bastante satisfeito com a atuação brasileira, o técnico Rogério Micale pôde se dar ao luxo de projetar a decisão olímpica em suas alterações. O primeiro a sair foi Rodrigo Caio, que já tinha um cartão amarelo, para a entrada de Luan Garcia. Depois, o ovacionado Gabriel Jesus acabou substituído por Felipe Anderson.

Àquela altura, a torcida já havia feito o Maracanã se assemelhar à arena de vôlei de praia montada em Copacabana, com um repertório vasto para a sua cantoria. Honduras enfim se lançava ao ataque, desesperadamente, na esperança de encaixar uma boa investida e abalar a vibração do público.

O avanço de Honduras só abriu mais espaços para a Seleção Brasileira. Envolvente, com rápida troca de passes e triangulações, o time de Rogério Micale voltou à carga aos 33 minutos e, após um cruzamento rasteiro da esquerda, Luan empurrou para o gol aberto e comemorou o quinto gol – enquanto o público já pedia o sétimo, lembrando a contundente goleada alemã do último Mundial.

Não foi possível fazer sete gols. Por pouco. Já nos acréscimos, Luan foi derrubado por Palacios dentro da área, e o árbitro não hesitou em assinalar o pênalti. Neymar se apresentou para a cobrança, deslocou López e fechou a contagem em 6 a 0.


Rio 2016: Thiago Braz bate recorde olímpico no salto com vara e conquista ouro para o Brasil. Saltador brasileiro faz 6,03m, a melhor marca da vida.

Thiago Braz bate recorde olímpico no salto com vara e conquista ouro para o Brasil

Saltador brasileiro faz 6,03m, a melhor marca da vida, contra o atual recordista mundial

 

por Gian Amato / Stéfano Salles

 

RIO - Em sua segunda tentativa para a marca de 6,03m, o brasileiro Thiago Braz, de 22 anos, fez uma prova muito segura na final do salto com vara, na noite desta segunda-feira, no Engenhão, surpreendeu os favoritos e garantiu uma histórica medalha de ouro para o Brasil, com direito a recorde olímpico. Esta é a primeira vez que um brasileiro conquista uma medalha, de qualquer cor, na prova.

No final da disputa, Braz mostrou autoridade e segurança. O saltador estava empatado com o experiente Renaud Lavillene, recordista mundial, em 5,93m. O francês de 29 anos subiu o sarrafo para 5,98m e passou sem dificuldade. O paulista aumentou a altura para 6,03m e, como vinha melhor na disputa, o adversário teve o privilégio de tentar a altura antes, mas não conseguiu passar. Empurrado pela torcida, o brasileiro, que já tinha definido a classificação para a final como um milagre, tentou na primeira vez, mas desistiu do salto quando se aproximou do sarrado: havia ainda mais duas tentativas.

Em seguida, Renaud Lavillene tentou e passou, mas derrubou o sarrafo ao tocá-lo com o peito. Em sua tentativa, o brasileiro passou sem sustos e levantou o público presente no Engenhão. Pressionado, Renaud, que na carreira já saltara 6,16m, voltou a derrubar o sarrafo e ficou com a prata. O americano Sam Kendricks, que saltou 5,85m, levou o bronze.

Braz se apresentou para os Jogos credenciado por ter feito a quarta melhor marca do ano: 5,90m, mas sofreu na fase classificatória, quando ficou próximo da eliminação ao errar as duas primeiras tentativas para 5,45m. O susto passou quando conseguiu superar as marcas de 5,60m e 5,70m logo na primeira chance, o que garantiu sua presença na final, ao lado de outros 11 atletas.

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Thiago Braz levou às últimas consequências a sua admiração por Sergey Bubka. Ídolo do atleta brasileiro e principal inspiração para que o menino com então 14 anos, natural de Marília, interior de São Paulo, o mito ucraniano do salto com vara tinha um mentor, que passou a ser também o de Thiago.

Em 2014, Thiago deixou o Brasil rumo à Formia, na Itália, para treinar com Vitaly Petrov, o mentor de Bubka. Encontrou no senhor de 78 anos a família que não teve. Ao ser deixado pela mãe, foi criado pelos avós, de quem recebeu os ensinamentos para a vida. Já as técnicas do esporte, ele aprendeu com o "pai" adotivo.

 

Thiago Braz - salto com vara

O brasileiro Thiago Braz, de 22 anos, conquistou o ouro olímpico ao saltar 6,03m, batendo o recorde olímpico. O recorde mundial, de 6,16m, pertence ao francês Renaud Lavillenie.

Petrov é mais que um técnico, é embaixador mundial do esporte. Pelas suas mãos já passaram estrelas planetárias como Yelena Isinbayeva, além de Bubka, é claro. A brasileira Fabiana Murer foi a última campeã mundial sob a batuta do ucraniano, que contabiliza quatro títulos mundiais e dois ouros olímpicos (Isinbayeva, em Pequim-2008 e Bubka, na Coreia do Sul-1988) como treinador. Com o italiano Giuseppe Gibilisco, o técnico ainda foi bronze em Atenas-2004.

Sob as orientações de Petrov,Thiago chegou ao Rio-2016 como o quarto colocado do ranking mundial. Antes dos Jogos, no ISTAF Indoor de Berlim, na Alemanha, ele bateu o recorde sul-americano ao saltar 5,93m e ultrapassar, inclusive, Renaud Lavillenie, francês campeão olímpico e recordista mundial.

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Dentro do convívio restrito de Thiago, Fabiana Murer também é uma conselheira. Ele treinava com o marido da atleta, Elson Miranda. A parceria foi desfeita, mas a amizade continuou a ponto de Murer dar os primeiros auxílios assim que o menino do interior deixou Marília rumo ao sonho europeu.

Casado com a também saltadora Ana Paula Oliveira, Thiago, de apenas 22 anos, quer construir cedo o núcleo familiar que o destino roubou durante sua infância. O ambiente familiar que construiu a sua volta foi crucial durante a recuperação de uma cirurgia no punho esquerdo, há dois anos. Com a medalha, Thiago prova que tem pulso forte para saltar em busca de seus objetivos.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/thiago-braz-bate-recorde-olimpico-no-salto-com-vara-conquista-ouro-para-brasil-19929825#ixzz4HShG3dJw

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Rio 2016: Dobradinha! Diego supera fantasmas e conquista sua 1ª medalha olímpica; Arthur Nory é bronze

Dobradinha! Diego supera fantasmas e conquista sua 1ª medalha olímpica; Nory é bronze

Publicado em 14/08/2016, 14:25 /Atualizado em 14/08/2016, 15:01Bianca Daga, do Rio de Janeiro (RJ), para o ESPN.com.br

Para completar a festa, o estreante Arthur Nory completou o pódio, com a medalha de bronze. Os dois ficaram atrás apenas do britânico Max Whitlock, que conquistou a medalha de ouro e deixará o Brasil como campeão olímpico. O objetivo inicial de Nory era a final por aparelhos da barra fixa. O bronze no solo foi uma surpresa e um bônus.

A prata lava a alma de Diego Hypolito. Bicampeão mundial no aparelho, em Melbourne-2005 e Stuttgart-2007, o brasileiro nunca conseguiu render o mesmo em Olimpíadas e ficou marcado por não ter psicológico forte na hora do 'vamos ver'

Em sua estreia na competição, em Pequim-2008, obteve 15.950 pontos e classificou-se na primeira posição. Na final, no entanto, sofreu uma queda e terminou em sexto. Em Londres-2012, Diego reviveu o pesadelo: também caiu, cravou apenas 13.766 pontos e nem foi à final.

Para completar a festa, o estreante Arthur Nory completou o pódio, com a medalha de bronze. Os dois ficaram atrás apenas do britânico Max Whitlock, que conquistou a medalha de ouro e deixará o Brasil como campeão olímpico. O objetivo inicial de Nory era a final por aparelhos da barra fixa. O bronze no solo foi uma surpresa e um bônus.

A prata lava a alma de Diego Hypolito. Bicampeão mundial no aparelho, em Melbourne-2005 e Stuttgart-2007, o brasileiro nunca conseguiu render o mesmo em Olimpíadas e ficou marcado por não ter psicológico forte na hora do 'vamos ver'

Em sua estreia na competição, em Pequim-2008, obteve 15.950 pontos e classificou-se na primeira posição. Na final, no entanto, sofreu uma queda e terminou em sexto. Em Londres-2012, Diego reviveu o pesadelo: também caiu, cravou apenas 13.766 pontos e nem foi à final.


Rio 2016: Medalhista olímpico Dan Wallace quase posta foto pelado no aplicativo Tinder

Curiosidades

Sábado, 13 de Agosto de 2016, 11h:36 | Atualizado:

TINDER

Medalhista olímpico quase posta foto pelado

EXTRA

Os aplicativos de paquera estão bombando na Vila Olímpica durante a Rio-2016. E um dos atletas adeptos à ferramenta é o nadador britânico Dan Wallace, de 23 anos, medalha de prata no revezamento 4x200m livre. Dan, aliás, causou em uma das fotos do seu perfil no Tinder. Nela, ele aparece ao lado de um companheiro, na varanda da vila, quase nu. Veja acima.

Outros atletas também estão no Tinder. A dupla brasileira do salto ornamental Ingrid Oliveira e Giovanna Pedroso, por exemplo. Hospedadas no mesmo quarto na vila, elas aparecem localizadas uma bem perto da outra. Giovanna aparece com 20 anos de idade. Na verdade, ela tem 17.

Joseph Schooling, nadador de Cingapura que bateu Michael Phelps nos 100 metros borboleta nesta quinta-feira e conquistou a medalha de ouro, também aparece no aplicativo.


Rio 2016: Judoca Rafaela Silva dá ao Brasil 1ª medalha de ouro na Rio 2016

Esporte

Segunda-Feira, 08 de Agosto de 2016, 16h:20 | Atualizado:

OLIMPÍADAS

Judoca dá ao Brasil 1ª medalha de ouro na Rio 2016

UOL

Foi sangrando, foi tenso, mas foi a primeira medalha de ouro do Brasil nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. O ouro é de uma carioca, nascida em uma favela e que começou a lutar em um projeto social. Rafaela Silva é a nova campeã dos leves (57kg) do judô, após bater a mongol Sumiya Dorjsuren, atual líder do ranking mundial, nesta segunda-feira (08).

"Para uma criança que saiu da comunidade com cinco anos e começou no judô por brincadeira é demais. Eu dedico a todo mundo", disse à Rede Globo após a conquista.

Com sua família e amigos nas arquibancadas, Rafaela cresceu com a vibração do público e conseguiu reverter um histórico incomodo: em cinco lutas contra a asiática, tinha vencido apenas uma vez, no ano passado.

Na Arena Carioca 2, Rafaela Silva conseguiu um wazari sobre a mongol e levou a luta até o final atacando e até mesmo deixando de atacar algumas vezes, o que rendeu duas penalidades, aumentando ainda mais a tensão.

Aos 26 anos, Rafaela saiu da Cidade de Deus, a comunidade carente e violenta que ficou famosa com o filme de Fernando Meireles, para se tornar a melhor judoca que o Brasil já teve. Em 2013, ela foi campeã mundial, também em sua casa, no Rio de Janeiro. Nenhum outro judoca do país tem títulos olímpicos e mundiais. Sarah Menezes, Aurélio Miguel e Henrique Guimarães têm ouros olímpicos, mas nunca venceram Mundiais. João Derly (duas vezes), Tiago Camilo, Luciano Correa e Mayra Aguiar tem o Mundial, mas não o ouro olímpico.

A história da judoca começou em uma academia montada em sua rua, quando tinha oito anos e seus pais buscavam uma atividade para acalmar a menina brigona. O destino fez com que Geraldo Bernardes, o técnico de Flavio Canto, medalhista de bronze dos Jogos de Atenas-2004, se interesse pela garota. Ela foi treinar no Instituto Reação, que Bernardes e Canto criaram para ensinar judô em comunidades carentes.

Em 2008 o trabalho já dava resultado, com o título mundial sub-20. Em 2009, foi a melhor brasileira no Mundial de Roterdã, com um quinto lugar. Em Londres-2012, porém, ela quase deixou o esporte. Eliminada por tentar um golpe ilegal, ela foi bombardeada com mensagens racistas em redes sociais. Reagiu. Quando chegou no Brasil, queria abandonar o esporte.

A família, Bernardes, Canto e uma psicóloga não deixaram. No ano seguinte, ela já era campeã mundial e líder do ranking da Federação Internacional de Judô. Nos últimos três anos, subiu ao pódio em quase todos os torneios que disputou. A primeira medalha do judô na Rio-2016 não poderia vir de uma candidata melhor.


Rio 2016: É prata: Brasil ganha medalha de prata na prova do tiro com Felipe Wu

OLIMPÍADA

É prata: Brasil ganha medalha de prata na prova do tiro com Felipe Wu

Estudante de Engenharia faturou a prata na prova de 10m com pistola de ar

Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
06/08/2016 15:51:00Atualizado em 06/08/2016 16:03:59

O brasileiro Felipe Wu ganhou na tarde desse sábado (06) a primeira medalha do Brasil na Olimpíada do Rio de Janeiro. O estudante de Engenharia faturou a medalha de prata na prova de 10m com pistola de ar. Wu, paulista de 24 anos, é o atual líder do ranking mundial da categoria e venceu duas etapas da Copa do Mundo neste ano. Ele foi derrotado na final pelo atleta do Viatnã, que ficou com o ouro.

Classificação

Felipe sofreu muito para garantir a vaga na disputa pelo ouro. Ele passou boa parte da eliminatória fora da zona de classificação, mas conseguiu a vaga já no final do tempo da competição de ranqueamento no Centro de Tiro de Deodoro. Sua namorada, a também brasileira Rosane Sibele Budag, terminou em último na prova de tiro de 10m com carabina de ar." Estou muito feliz, sabíamos que esse momento das Eliminatórias seria o mais difícil. Agora é buscar uma medalha na decisão", comemorou Rosane. Outro brasileiro na prova, Júlio Almeida terminou em 13° e foi eliminado.


Rio 2016: Brasil promove Carnaval olímpico e dá show na Abertura das Olimpíadas

Esporte

Sábado, 06 de Agosto de 2016, 00h:33 | Atualizado:

RIO 2016

Brasil promove Carnaval olímpico e dá show na abertura

Terra

O Brasil mostrou na cerimônia de abertura dos Jogos Rio-2016 que, em termos de festas, é um dos melhores do mundo. O país promoveu um verdadeiro Carnaval olímpico no Maracanã na noite de ontem. O evento tocou o coração das pessoas com momentos emocionantes, e empolgou brasileiros e estrangeiros.

A cerimônia ficou longe das extravagâncias e efeitos pirotécnicos, como foi na abertura dos Jogos de Pequim-2008, por exemplo. Em compensação, o calor humano do brasileiro, a música e o aspecto cultural falaram mais alto.

Artistas como Jorge Ben Jor, Zeca Pagodinho e Marcelo D2 levantaram o público com músicas com a cara do Brasil. A modelo Gisele Bundchen também roubou a cena, ao desfilar no Maracanã em uma "passarela" de mais de 100 metros, como se fosse a Garota de Ipanema. E uma simulação do voo de Santos Dumont pelo Rio de Janeiro emocionou a todos.

Em paralelo a tudo isso, os criadores da cerimônia de abertura deixaram uma mensagem ao planeta. Toda a festa teve como pano de fundo o pedido para que o meio ambiente seja preservado - apesar do fracasso do Rio de Janeiro em despoluir a Baía de Guanabara para a Olimpíada.

Grandes anéis olímpicos que apareceram no palco do Maracanã foram formados por arbustos. O símbolo mundial da paz exibido em um dos trechos teve como base uma árvore. E até mesmo a pira olímpica foi "afetada" com isso. Ao invés de uma chama incendiária, como em outras edições da Olimpíada, o caldeirão foi discreto. A ideia por trás disso era o pedido para a redução da queima de gases poluentes no mundo.

As vaias ao presidente em exercício Michel Temer representaram um dos poucos momentos hostis na abertura. A entrada das delegações de refugiados e também do Brasil foram as mais celebradas pelo público presente. E coube a Vanderlei Cordeiro de Lima a honra de acender a pira olímpica, encerrando assim o mistério da abertura.

A partir deste sábado, o planeta está no Rio de Janeiro.

- O mundo é carioca - disse Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Rio-2016.


Rio 2016: Namoro conturbado de Diego Hypólito preocupa o COB

BRIGAS E CRISES DE CIÚMES

31/07/2016 - 08:33:11
Notícias Ao Minuto

Namoro conturbado de Diego Hypólito preocupa o COB

O relacionamento do ginasta, de 30 anos, é bastante conturbado

O namoro de Diego Hypólito está preocupando muito o Comitê Olímpico Brasileiro. É que segundo o colunista Leo Dias, do jornal O Dia, o relacionamento do ginasta, de 30 anos, é bastante conturbado, com muitas brigas e crises de ciúmes.

Ainda de acordo com o jornalista, os barracos tem sido públicos. O casal, junto há mais de um ano, já brigou na frente de todo mundo em um karaokê em São Paulo, segundo relato de frequentadores.

A grande preocupação do COB é o fato de que Diego faz parte de um pequeno grupo de atletas com chances reais de medalha em sua especialidade, o solo. E vale lembrar também que essa provavelmente é a terceira e última Olimpíada do atleta, que ficou perto de ganhar o ouro nos Jogos anteriores, mas não teve sucesso justamente pelo lado psicológico.

Em Pequim-2008 Diego caiu na aterrissagem do último movimento no solo. Já em Londres-2012, o sonho da medalha foi ao chão, após uma nova queda na apresentação do brasileiro.

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Rio 2016: Zagueira cuiabana Bruna Benites é convocada para seleção

Esporte

A A

Quarta-Feira, 13 de Julho de 2016, 09h:22 | Atualizado:

OLIMPÍADAS 2016

Zagueira cuiabana é convocada para seleção

A Gazeta

A zagueira cuiabana Bruna Benites foi convocada para defender a seleção brasileira nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. A lista foi divulgada pelo técnico Vadão a 24 dias da abertura dos jogos, com 18 nomes que buscarão o ouro inédito no futebol feminino para o Brasil.

Optando por utilizar um maior número de atletas que defendem a Seleção Permanente, como contratadas diretas da CBF, o treinador ainda escolheu nomes mundialmente consagrados, como Marta, que atua na Suécia, Cristiane e Érika, ambas do Paris Saint-Germain.

Citando o tempo de trabalho e a busca por um elenco unido, além de exclusivamente o talento das jogadoras, Vadão, junto do coordenador Marco Aurélio Cunha, priorizou um grupo que atingisse um alto nível tático, em conjunto, para a conquista do título nos Jogos do Rio as meninas brasileiras bateram na trave duas vezes: prata em 2004 e 2008. “Nesse momento, o maior problema é a recuperação de atletas que estão em fase final de temporada”, apontou o comandante.


Rio 2016: Passagem da Tocha Olímpica em MT terá esquema especial de segurança nos dias 23 e 24 de junho

18/06/2016 10h11 - Atualizado em 18/06/2016 10h38

Passagem da Tocha Olímpica em MT terá esquema especial de segurança

Plano define responsabilidades das instituições de segurança e de trânsito.
Tocha Olímpica vai passar por cinco cidades do estado na próxima semana.

Do G1 MT

Um esquema especial de segurança foi planejado para o período de passagem da Tocha Olímpica em Mato Grosso, nos dias 23 e 24 de junho. Foi elaborado um Plano Tático Integrado de Segurança, envolvendo os três níveis de governo, definindo responsabilidades específicas e compartilhadas, protocolos de ação e também possíveis cenários de risco identificados por meio dos serviços de inteligência.

Segundo a Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp), a escolta da tocha deve funcionar dentro dos comboios do revezamento em Cuiabá, Várzea Grande, região metropolitana, e nas cidades de Poconé, Nobres e Chapada dos Guimarães, por onde a chama olímpica também passará. O número de oficiais de segurança que devem trabalhar durante o evento, bem como outros detalhes das operações especiais, não serão divulgados pela secretaria.

O secretário adjunto de Integração Operacional da Sesp, Rhaygino Setúbal, informou que o monitoramento durante a passagem da Tocha Olímpica ocorrerá constantemente. Dessa forma, os agentes responsáveis pela segurança poderão agir de de forma preventiva e rápida em qualquer eventualidade.

O documento do Plano Tático Integrado de Segurança da Tocha teve a versão final entregue na quinta-feira (17) para a Secretaria de Segurança Pública. O planejamento foi definido em dois meses e contou com a participação das forças de segurança pública estaduais, entre elas a Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Perícia Oficial de Identificação Técnica (Politec) e Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran).

Representantes do Exército, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal, Defesa Civil, Infraero, Agência Brasileira de Inteligência, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e as secretarias de Mobilidade Urbana de Cuiabá e de Defesa Social de Várzea Grande também contribuíram na organização da segurança da Tocha.

Em Cuiabá e Várzea Grande, o evento deve ser realizado no dia 23. Ao todo, 136 pessoas irão conduzir a chama olímpica pelas avenidas Couto Magalhães e Feb, em Várzea Grande, e Historiador Rubens de Mendonça, Miguel Sutil, Getúlio Vargas e 15 de Novembro, em Cuiabá, terminando na Arena Pantanal, às 19h. A rota inclui cinco paradas em pontos patrocinados.

No segundo dia do evento, a tocha será levada a alguns dos principais pontos turísticos de Chapada dos Guimarães, Nobres e Poconé.

Tocha Olímpica

O revezamento da Tocha Olímpica começou no dia 21 de abril na cidade histórica de Olímpia, na Grécia. O percurso teve início exatamente 100 dias antes da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos 2016 na cidade do Rio de Janeiro, no dia 21 de agosto.

No Brasil, o revezamento teve início no dia 3 de maio. Serão 19,7 mil km de rota terrestre e 8,8 mil km de rota aérea, em até quatro cidades por dia. Inicialmente, foram escolhidos 82 municípios brasileiros onde a Tocha Olímpica deverá pernoitar, entre eles Cuiabá.

Durante a rota no Brasil, ela será carregada por cerca de 12 mil condutores. Em Mato Grosso, 136 pessoas terão a oportunidade de carregá-la por 200 metros cada uma.


Rio 2016: Baianos são os maiores favoritos a pódios inéditos

Dom, 05/06/2016 às 21:25

Baianos são os maiores favoritos a pódios inéditos

Juliana Lisboa

Tags: rio 2016 olimpiadas jogos olimpicos panorama olimpico esporte

Hannibal Hanschke l ReutersAllan do Carmo e Ana Marcela são duas das esperanças baianas - Foto: Hannibal Hanschke l ReutersAllan do Carmo e Ana Marcela são duas das esperanças baianas

Com a maior delegação em toda a história dos Jogos Olímpicos, o Brasil pode conquistar pódios inéditos para chegar à ambiciosa meta do top 10 geral no quadro de medalhas. Ao todo, são cinco as modalidades em que o país tem boas chances de ficar entre os três primeiros: canoagem velocidade, maratona aquática, tênis, handebol e canoagem slalom (veja quadro ao lado). Os maiores favoritos são baianos.

É o caso da canoagem velocidade. Isaquias Queiroz e Erlon Souza são grande esperança de medalha para a delegação verde e amarela, com expectativa de ouro, inclusive. Grande nome da modalidade, o uberabense vai participar das provas C1 1000 m e C2 1000 m junto com Erlon Souza, podendo ainda disputar a C1 200 m - prova em que conseguiu classificar o Brasil no Mundial do ano passado.

O currículo do atleta é extenso: só no ano passado foram duas medalhas de ouro e uma prata (que dividiu com Erlon Silva nas duplas) nos Jogos Pan-Americanos de Toronto. Para completar, no Mundial foi ouro no C1-500 m (prova não-olímpica).

Na Copa do Mundo da Alemanha, em maio, surpreendeu ao abandonar a prova C1 1000 m perto do fim por conta de uma indisposição e terminou a competição sem medalha. Ainda assim, tem a seu favor a bela campanha em competições internacionais.

Ainda assim, Isaquias tem cautela em relação ao rendimento na Rio-2016. "Não sou favorito. Estou favorito porque no ranking mundial estou entre os três melhores, mas em Jogos Olímpicos tudo pode acontecer", disse, antes do último torneio internacional.

A outra grande chance de medalha vem das maratonas aquáticas, que tem a dupla Ana Marcela Cunha e Allan do Carmo como baianos protagonistas. Medalhista de ouro no Mundial de Kazan em 2015, ano em que somou 11 pódios em competições internacionais, Ana Marcela é, de fato, uma das grandes favoritas a ir ao pódio, assim como a companheira de equipe, a paulista Poliana Okimoto - existe possibilidade, ainda que remota, de uma dobradinha.

"Se eu disser que não estou pensando em medalha vou estar mentindo. Trabalho sempre para vencer, independentemente da competição. Sei da responsabilidade, mas não levo esse peso para os treinos. Os Jogos Olímpicos são disputados de quatro em quatro anos, por isso não posso dividir a atenção com outras competições", disse a baiana, quando questionada se vai disputar todas as etapas da Copa do Mundo de Maratonas Aquáticas deste ano. O outro baiano, Allan do Carmo, corre por fora, mas também tem chances de subir ao pódio.

Possíveis surpresas

O Brasil também tem chances de conquistar medalhas inéditas em mais modalidades. Uma delas é no tênis, nas duplas - com Bruno Soares e Marcelo Melo no masculino, Teliana Pereira e Bia Haddad no feminino, e com parceria ainda indefinida nas mistas.

Vale ressaltar que Melo encerrou 2015 como 1º do ranking mundial nas duplas e Soares ganhou dois títulos no Aberto da Austrália, nas duplas e duplas mistas, neste ano.

Campeão mundial em 2013, o handebol feminino também pode subir ao pódio na Olimpíada, assim como a canoagem slalom, com a jovem Ana Sátila, de 20 anos. Nas modalidades que podem surpreender estão polo aquático masculino, ginástica rítmica, esgrima e luta olímpica.

Panorâma Olímpico

Natação vai a cinco pódios nos eua

A natação brasileira conquistou cinco medalhas na etapa de Santa Clara do Pro Swim. Kaio Márcio foi ouro nos 200m borboleta numa dobradinha: ele venceu a disputa em 1min57s61, seguido por Léo de Deus, com 1min58s40. Já Bruno Fratus ficou na 3ª posição na disputa dos 50m livre em Indianápolis. Ele foi batido pelo compatriota Marcelo Chierighini, o 2º colocado, com 22s35. Quem venceu a disputa foi Josh Schneider, ouro no Pan de 2015, com 22s16. Thiago Pereira e Tales Cerdeira e Gabriel Santos não foram ao pódio nas finais.

Justin Gatlin vence fácil no mano a mano

O americano Justin Gatlin faturou a prova principal do Mano a Mano, no Rio de Janeiro, em 10s19, com pista molhada. O segundo mais rápido foi Richard Thompson, de Trinindad e Tobago, com 10s29, seguido pelo brasileiro Vítor Hugo dos Santos (10s42). A brasileira Rosângela Santos cravou 11s23 e deixou para trás a americana Carmelita Jeter, ouro em Londres-2012 no 4x100m. Quem venceu a disputa paralímpica foi o sul-africano Arnu Fourie, à frente do grego Micheil Seitis, em segundo, e do brasileiro Alan Fonteles.

Fabiana Murer fica em 4º na Aalemanha

Fabiana Murer terminou em 4º lugar na disputa do salto com vara na etapa de Birmingham da Diamond League. A brasileira saltou 4,70 metros e alcançou sua melhor marca na temporada. A cubana Yarisley Silva, campeã mundial em 2015, ficou com o ouro ao saltar 4,84m, a melhor marca de 2016, apenas 1 centímetro melhor do que a da norte-americana Sandi Morris em Doha. A grega Katerina Stefanidi ficou em 2º lugar, com 4,77m, mesmo resultado da suíça Nicole Büchler, que ficou com a 3ª colocação


Rio 2016: Ao som de Luiz Gonzaga, brasileiros elevam emoção à máxima potência no revezamento da tocha no Nordeste

Ao som de Luiz Gonzaga, brasileiros elevam emoção à máxima potência no revezamento da tocha

05/06/2016 — 16H10Por Rio 2016

Condutor canta "Vida de Viajante" com a tocha na mão e é acompanhado por todo o público. Vídeo viraliza e tem mais de 1,5 milhão de exibições

Nos primeiros 30 dias de revezamento da tocha Olímpica, completados na última sexta-feira (3), não foram poucos os momentos marcantes. Em uma cena, porém, a emoção foi elevada à máxima potência. Em Caruaru, no dia 30 de maio, Fernando Cantarelli conduziu a chama cantando "Vida de Viajante", de Luiz Gonzaga, o tema do revezamento. Foi acompanhado primeiro pela Força Nacional, que fazia a escolta, e na sequência por todo o público. O resultado é de arrepiar:

O episódio caiu nas graças dos brasileiros e repercute na redes sociais, tanto que uma das versões já soma mais de dois milhões de visualizações. "Temos que vibrar, vibrar sempre. Vibrar e entrar na mesma entonação desse revezamento. A chama veio para agregar valores que o Brasil precisa. União para o povo, que precisa ser mais educado, mais civilizado e poder cumprir e desfrutar de todos os direitos e deveres, sempre", disse Cantarelli logo após ter conduzido a tocha. #TochaOlímpica faz revezamento de craques e emociona o "Mão Santa" Oscar Schmidt "Foi contagiante, ainda mais com a família por perto. Nao tenho palavras para explicar a gratidão que foi essa condução. Estamos nesse esforço há quase 30 dias, longe da familia, em condições mais ou menos como a música diz: sol, chuva, poeira, carvão... É uma emoção muito forte", disse Cantarelli. O revezamento da tocha Olímpica pelo Brasil rende momentos como este diariamente. Para não perder nenhum deles, fique ligado no hotsite da tocha. Ingressos para os Jogos estão à venda no Portal Rio 2016


Rio 2016: Travestis e transexuais podem participar do Rio 2016 como voluntárias

Travestis e transexuais podem participar do Rio 2016 como voluntárias

Assim como ela, todas as 30 alunas da última turma do curso de capacitação se inscreveram para participar das audições propostas pelo Comitê Organizador dos Jogos.

A carioca Esther Morgannah está animada com a possibilidade de ser escolhida como uma das 12 mil pessoas que atuarão como voluntárias nas cerimônias de abertura e encerramento da Olimpíada e Paralimpíada Rio 2016.

Esther Morgannah espera ansiosa pela seleção para participar como voluntária da abertura e do encerramento da Olimpíada e da Paralimpíada 2016.

Ex-aluna do Projeto Damas, de capacitação de travestis e transexuais do Rio de Janeiro, ela espera ansiosa pela seleção que fará no próximo sábado (27). “Nós vamos apresentar o nosso trabalho e mostrar que nós existimos como transexuais e que estamos participando das cerimônias como mulheres trans para sermos aceitas, independentemente da nossa condição.”

Assim como ela, todas as 30 alunas da última turma do curso de capacitação se inscreveram para participar das audições propostas pelo Comitê Organizador dos Jogos.

Esther acredita que esse tipo de oportunidade pode dar mais visibilidade às transexuais e ajudar a acabar com o preconceito. “As travestis e transexuais podem trabalhar, estudar, ter alguém, podem apresentar shows e dar o melhor de si”, afirma. Ela faz trabalhos freelancer como cabeleireira, mas pretende terminar a faculdade de direito e a licenciatura em geografia para poder lecionar.

Também aluna do projeto, Alessandra Lira define a oportunidade de participar como voluntária na Olimpíada deste ano como algo “muito especial, maravilhoso”. Ela aguarda o contato da organização dos Jogos para saber quando participará da seleção, mas diz estar confiante. “As pessoas da comissão que fizeram as nossas inscrições deram uma confiança tão grande para a gente. Estou confiante, sim, que vai dar tudo certo”.

Cabeleireira profissional, Alessandra tece elogios ao projeto de capacitação da prefeitura do Rio e destaca a importância das noções de empreendedorismo que recebeu durante o curso. Para o futuro, ela diz que pretende se inscrever como microempreendedora individual e abrir um salão de beleza no bairro de Pilares, na zona norte, onde mora. Ela quer também terminar o ensino supletivo no qual está matriculada.

Seleção

A primeira rodada de audições para seleção de voluntários para as cerimônias de abertura e encerramento da Olimpíada e Paralimpíada de 2016 foi feita em novembro do ano passado.

A ideia é escolher 12 mil voluntários para as quatro cerimônias que ocorrerão no Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã. Não é preciso ter habilidade específica para se inscrever. A única exigência é que o candidato seja maior de 16 anos. Segundo a equipe de elenco das cerimônias, a ideia é mostrar a diversidade brasileira.

A pedido do Comitê Organizador dos Jogos, o coordenador do Projeto Damas, Carlos Alexandre Neves Lima, organizou um encontro com a última turma do curso, em janeiro passado. Durante a reunião, a comissão apresentou o planejamento e várias alunas fizeram inscrições para serem voluntárias. Lima disse que as alunas ficaram “bastante entusiasmadas” com a possibilidade de se apresentarem. “Foi além das expectativas. Teve fila para as inscrições”.

Projeto Damas

Mais do que capacitar travestis e transexuais para o mercado de trabalho, o Projeto Damas se destina a recuperar a autoestima e a ajudar na inserção social dessas pessoas. De acordo com o coordenador do projeto, elas costumam ser excluídas da sociedade muito cedo, a maioria ainda na época da escola, onde sofrem constante bullying.

“Essa inserção social é um mecanismo para aproximá-las da escola, de prepará-las, de alguma forma, para o mercado de trabalho para estarem aptas a concorrer com os demais cidadãos e terem os mesmos direitos”, afirmou Lima.

No curso, elas podem participar de oficinas de informática, educação, empreendedorismo, orientação vocacional, fonoaudiologia, prevenção e redução de danos à saúde, noções de direitos humanos, cidadania, entre outras.

Ainda segundo Lima, mais de 90% das alunas estão na prostituição e querem sair desse ambiente. “Elas são obrigadas a se prostituir porque ninguém dá trabalho”, disse.

Apesar de o projeto não garantir vagas no mercado de trabalho, Lima afirma que são criados meios para que elas tenham autoestima, condições de segurança e mecanismos de informação para poderem entrar no mercado.

 

O coordenador destaca que, de forma geral, as travestis e transexuais não contam com estrutura socioeconômica. “A família não acolhe, trabalho é difícil. Elas têm muita dificuldade de ter uma estabilidade, seja econômica ou social”.

 

Para ajudá-las a sair desse ciclo, o projeto criou um grupo fechado na internet no qual as ex-alunas mantém contato e são divulgadas oportunidades de emprego e estudo.

 

Cada turma reúne 30 alunas que frequentam seis meses de aulas teóricas e três meses de vivência profissional. Elas fazem estágio em órgãos municipais conveniados, onde há hierarquia e horário, e a maioria dos funcionários é heterossexual.

 

Desde que a Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual, ligada à prefeitura do Rio de Janeiro, foi criada, em 2011, já foram organizadas seis turmas do projeto. Para este ano, a expectativa é abrir mais uma turma. Com informações da Agência Brasil.


Rio 2016: Jillion Potter supera câncer e lidera seleção americana de rugby rumo ao Rio 2016

Notícias

18/02/2016

Jillion Potter supera câncer e lidera seleção americana de rugby rumo ao Rio 2016

Capitã conta que lições do esporte foram fundamentais para enfrentar a doença e seu difícil tratamento

Nem mesmo um tumor raro foi capaz de parar Jillion Potter, capitã da seleção de rugby sevens dos Estados Unidos. De volta aos campos após quase um ano de quimioterapia e radioterapia, a jogadora de 29 anos conta, em vídeo divulgado pela World Rugby nesta terça-feira (16), detalhes da batalha contra o câncer e da emocionante volta aos campos para a estreia Olímpica do esporte no Rio 2016 (assista aqui, em inglês).

“O rugby ensina valores que preparam para os desafios da vida. Aprendi sobre força mental, disciplina, trabalho duro e integridade. Tudo isso teve um papel importante em como eu venci o câncer”

Jillion Potter

A capitã está no Brasil junto com sua equipe para disputar a etapa brasileira do circuito mundial de 7’s, o Super Desafio BRA de Rugby Sevens, na Arena Barueri (SP), nos dias 20 e 21 de fevereiro.

Em agosto, a atleta retorna ao país para representar a seleção dos Estados Unidos nos Jogos Rio 2016, que marcam o retorno do rugby ao programa Olímpico após 92 anos. Seu caminho até os gramados do Estádio de Deodoro, palco da modalidade no Rio, foi longo e árduo.

Em 2014, três meses após acordar com um inchaço abaixo da mandíbula, Jillion foi diagnosticada com sarcoma sinovial, um tumor maligno e raro que acomete os tecidos moles. Ela precisou se afastar do esporte por quase oito meses para tratamento.


Rio 2016: Médico do COI descarta adiar Olimpíadas por causa do vírus da zika

Médico do COI descarta adiar Olimpíadas por causa do vírus da zika

A proliferação do Aedes aegypti, mosquito que transmite zika, dengue e chikungunya, transformou-se no principal problema da organização dos Jogos

A possibilidade de adiamento dos Jogos Olímpicos do Rio por causa do vírus da zika foi descartada pelo chefe médico do Comitê Olímpico Internacional, Richard Budgett. O profissional diz confiar no combate ao problema pelas autoridades brasileiras e afirma que não houve "absolutamente nenhuma" conversa sobre uma mudança da competição.

"Absolutamente não. Ninguém das autoridades públicas ou da Organização Mundial de Saúde, ou ministro está sugerindo que nós deveríamos considerar o cancelamento dos Jogos. A preocupação é apropriada, mas não há nenhuma restrição para viagens. As pessoas precisam tomar medidas para evitar serem picadas e ficarem sensíveis. Nossa prioridade é a proteção da saúde dos atletas. O COI não está sendo complacente. Nós estamos levando isso muito a sério. Tudo está sendo feito para conter e reduzir esse problema na preparação para os Jogos", disse Budgett à agência de notícias AP.

A preocupação com a proliferação do vírus da zika tem sido notícia no mundo esportivo nos últimos dias. Algumas estrelas de peso, como a goleira de futebol Hope Solo, da seleção americana, e o técnico da britânica Jessica Ennis, campeã olímpica do heptatlo, já manifestaram preocupação. Os comitês de Espanha e Quênia também solicitaram informações a autoridades por temerem a epidemia, enquanto os americanos falam em contratar especialistas que possam aconselhar os atletas a evitarem o mosquito durante os Jogos.

A proliferação do Aedes aegypti, mosquito que transmite zika, dengue e chikungunya, transformou-se no principal problema da organização dos Jogos.

A preocupação com o vírus da zika no Brasil aumentou em todo o mundo após a Organização Mundial da Saúde (OSM) classificar o avanço da microcefalia ligado ao vírus zika como “Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional”. Em uma coletiva recente, o Comitê Organizador das Olimpíadas do Rio evitou um tom alarmista e enfatizou que no período dos Jogos, realizados no inverno, o nível de infestação de mosquitos cai de forma drástica. No entanto, Comitê recomendou aos atletas que sigam as instruções já repassadas pelo Comitê Olímpico Internacional aos comitês nacionais.

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Rio 2016: Judô:David Moura é ouro em Sofia e acirra briga pela Rio-2016

Judô: Moura é ouro em Sofia e acirra briga pela Rio-2016

Atleta da categoria dos pesados fica com o ouro em torneio na Bulgária, e se afasta mais de Rafael Silva no ranking para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro

Felipe Domingues
31 JAN2016
20h30
atualizado às 21h05


A briga pela vaga na Olimpíada do Rio no judô na categoria pesado ganhou novos contornos neste domingo. David Moura, brasileiro melhor posicionado no ranking olímpico, conquistou a medalha de ouro no Aberto de Sofia (BUL), e somou cem pontos na classificação.

Na decisão, o atleta derrotou o israelense Or Sasson, 26º no ranking olímpico, por imobilização.

Com isso, ele alcançou a 12ª colocação entre os atletas que buscam uma vaga na Rio-2016, e deixou Rafael Silva, medalhista de bronze nos Jogos de Londres-2012, na 21ª posição, 248 pontos atrás.

Os 14 representantes brasileiros na Olimpíada (sete homens e sete mulheres) serão, primeiramente, definidos por meio do ranking olímpico. Caso a distância entre os postulantes às vagas seja muito pequena, a Confederação Brasileira de Judô (CBJ) irá analisar os melhores resultados e o histórico para decidir.

A Seleção volta a luta no Grand Slam de Paris, neste fim de semana. A competição dará 500 pontos ao campeão, 300 ao vice e 200 ao terceiro lugar. Entre os atletas, estarão David Moura e Rafael Silva. Tira-teima?

Luciano Corrêa fica com a prata

Outro brasileiro a disputar o Aberto de Sofia, Luciano Corrêa ficou com a prata na categoria meio-pesado. Ele perdeu na final para Ramadan Darwish (10º no ranking olímpico), por um wazari.

Corrêa é, agora, 24º no ranking (582 pontos), contra 512 do adversário à vaga Rafael Buzacarini (26º).

BRIGA ACIRRADA

David Moura

Atual 12º no ranking olímpico, com 891 pontos, David Moura tem como maiores somatórias o vice no Grand Slam de Paris (FRA) do ano passado (200 pontos), os títulos no Pan de judô (2015) e no Aberto de Sofia (2016), que valeram 100 pontos cada, e o quinto lugar no Mundial de 2014, que lhe rendeu 90 pontos. Além disso, tem outras quatro pontuações.

Rafael Silva

Após sofrer uma lesão e ficar seis meses parado em 2015, Rafael é o 21º do ranking, com 643 pontos, e tem como principais somatórias o título no Grand Slam de Tyumen (RUS) de 2014, que rendeu 250 pontos, os vices no Pan de judô (120) e no Grand Prix de Samsun (TUR), em 2014 (90), além do bronze no Mundial de 2014, que lhe deu 180 pontos.


Rio 2016: Mato Grosso receberá Tocha Olímpica nos dias 23 e 24 de junho

Esporte

Sexta-Feira, 29 de Janeiro de 2016, 15h:47 | Atualizado:

OLIMPÍADAS 2016

Mato Grosso receberá Tocha Olímpica nos dias 23 e 24 de junho

Da Redação

Mato Grosso vai receber a Tocha Olímpica da “Rio 2016” nos dias 23 e 24 de junho. As datas foram confirmadas durante a visita de representantes do Comitê Olímpico ao estado, nesta semana. Mato Grosso será o único a receber o símbolo dos Jogos Olímpicos por dois dias.

No primeiro dia serão percorridos 28 quilômetros entre Cuiabá e Várzea Grande. A tocha sairá do Aeroporto Marechal Rondon, passando pelos principais pontos turísticos e monumentos históricos das duas cidades até chegar à Arena Pantanal, onde haverá um show de encerramento e será acendida a Pira Olímpica.

Já no segundo dia, a tocha passará por pontos turísticos de Mato Grosso, que ainda serão definidos. Nesta semana, representantes do Comitê Olímpico da Rio 2016 realizaram visitas técnicas em pontos turísticos em Cuiabá, Poconé, Nobres e Chapada dos Guimarães. Eles verificaram quais locais são viáveis logisticamente para a passagem da tocha. A definição dos lugares será divulgada em breve.

Entre os pontos visitados, a equipe esteve na Arena Pantanal, local em que será finalizado o percurso no primeiro dia da passagem da Tocha por Mato Grosso. O diretor operacional do Revezamento do Comitê Olímpico, Simon Wably, disse que este é o melhor espaço já visitado por ele no país para realização do evento. “A Arena Pantanal está de parabéns e será com certeza o melhor evento do país”.

A exemplo do que foi feito em outros países, a troca dos condutores da tocha será feita, preferencialmente, em frente aos pontos turísticos de cada lugar por onde a tocha passar, para que belas imagens possam ser captadas.

Para o secretário adjunto de Turismo da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Luis Carlos Nigro, será uma oportunidade ímpar de divulgar o potencial turístico de estado. “Durante as Olimpíadas, os olhos de todo o mundo estarão voltados para o Brasil e teremos uma chance única de divulgar o quanto Mato Grosso tem a oferecer em turismo”.

Símbolo

A tocha é um símbolo fundamental do movimento olímpico e representa seus ideais. A jornada começa em maio, em Atenas, na Grécia, onde será acesa. De lá, a peça segue direto para o Brasil em um avião. Chegando a Brasília começa o revezamento que irá durar cerca de 90 dias, percorrendo aproximadamente 300 municípios em diversos países e chegando ao Rio de Janeiro em agosto para a cerimônia de abertura dos jogos.

Serão 19,7 mil km de rota terrestre e 8,8 mil km de rota aérea, em até quatro cidades por dia. Inicialmente, foram escolhidos 82 municípios brasileiros onde a Tocha Olímpica deverá pernoitar, entre eles Cuiabá.

Durante a rota no Brasil, ela será carregada por cerca de 12 mil condutores. Em Mato Grosso, 131 pessoas terão a oportunidade de carregá-la por 200 metros cada uma. A relação destes condutores será divulgada em fevereiro de 2016.


Rio 2016: Dirigente é otimista com handebol no Rio 2016: "favoritos"

JOGOS OLÍMPICOS 2016

Dirigente é otimista com handebol no Rio 2016: "favoritos"

Presidente da Federação Paulista não se intimidou com eliminação em Mundial e vê Brasil como potência no esporte

Cleberson Alcantara Wagner Giannella Cleberson Alcantara e Wagner Giannella

Reportagem >>>>>>>>>>>> Edição

6 JAN 2016 09h53 atualizado às 09h55

O clima ficou complicado nos bastidores do handebol brasileiro após a eliminação da Seleção Feminina nas oitavas de final do Mundial da Dinamarca, em dezembro. Morten Soubak, treinador da seleção, declarou que o handebol brasileiro piorou após a conquista do Mundial de 2013, e Manuel de Oliveira, presidente da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) não garantiu a presença do técnico na disputa do Rio 2016 .

Mesmo a eliminação precoce da seleção feminina e a polêmica envolvendo treinador e confederação não tirou o otimismo do presidente da Federação Paulista de Handebol, Celso Gabriel, com o desempenho nas olímpiadas do ano que vem. Para o presidente, a derrota aconteceu devido a um primeiro tempo ruim e não diminui a qualidade das meninas da seleção.

"Nessas horas a gente tem que parar e pensar no handebol e no Brasil. Nós temos chances de ser medalhistas. Eu não sei exatamente o que a confederação e o Morten estão pensando, mas eu acho que estamos no caminho certo. Fomos para o Mundial como favoritos. Poderíamos ter ganhado, perdemos para a Romênia por um gol. Não é uma surpresa perder desses times, para uma Dinamarca ou França. Não foi uma zebra, assim como não é zebra a gente ganhar deles", afirmou o presidente.

Apesar da indefinição do futuro de Soubak, tanto ele quanto Jordi Ribera, técnico espanhol da seleção masculina, devem continuar no cargo até a Olímpiada. Os dois fazem parte de um grupo extenso de estrangeiros que comandam times brsileiros para os próximos Jogos. Celso Gabriel afirmou que admira o trabalho dos treinadores, mas confia na qualidade dos brasileiros para 2020.

"Eu não sou contra (a presença de técnicos estrangeiros). Eles acrescentaram muito ao nosso handebol. O Brasil está cada vez melhor nos torneios internacionais graças ao trabalho deles. Mas não podemos esquecer que nossas grandes jogadoras foram formadas por técnicos e professores brasileiros", disse Celso.

Jordi Ribera ainda não conseguiu ter o mesmo sucesso que Soubak frente a sua seleção. Ambos foram campeões nos últimos Pan-Americanos, porém Soubak teve mais sucesso em Mundial. Diante disso Celso Gabriel acredita que as seleções brasileiras já podem ser consideradas potências no esporte: "o Brasil pode ser considerado uma potência no sentido de que hoje fazemos parte do cenário internacional", afirma.

Para que a seleção masculina alcance o mesmo caminho de sucesso das meninas, Celso acredita que a "receita do bolo" seja a persistência, junto com a experiência internacional: "Eu tenho muita fé que em 2020 a seleção masculina irá muito bem representada, temos uma geração muito boa. O handebol só vai evoluir se ele participar de torneios de alto nível, se ele tiver clubes fortes, se o esporte aqui dentro do país, nossos clubes, também forem fortes e se as seleções viajarem e participar dos torneios. Você vai uma, duas, três, ganha experiência até alcançar os grandes resultados".

O Campeonato Paulista de Handebol é um exemplo desta força. A competição hoje possui mais clubes que a própria Liga Nacional e conta com a participação de times tradicionais e vitoriosos, como o Pinheiros, Metodista e Taubaté. Para o presidente, o caminho para fortalecer o torneio é tornando os próprios times mais competitivos. "O Campeonato Paulista hoje tem 11 equipes, mas queremos ter 15 e todos com alto nível. Queremos trazer times de outros países para fortalecer esses times. O que precisamos agora é de mais recursos para chegar a um campeonato de nível internacional, com atletas de nível olímpico", explica o presidente.

Visando acabar com a estigma de que o handebol é "esporte de educação física", Celso Gabriel busca exemplos no exterior para incentivar a modalidade e tornar o esporte mais forte no Estado.

"A França é um exemplo para nós. Eles fizeram um trabalho escolar em que as crianças dedicam um período do ano para cada esporte. A quatro olímpiadas atrás você não ouvia falar na França como favorita nos (esportes) coletivos. Hoje a França é uma potência e é campeã olímpica de Handebol. Isso não é uma mágica".

Outro exemplo citado pelo presidente é o da Colômbia, que tem investido pesado no atletismo, esporte que rende muitas medalhas numa única competição: "Eles estão fazendo uma revolução no atletismo, investindo pesado na prática nas escolas. Querem aumentar o quadro de medalhas e o que faz isso é o esporte individual. No esporte coletivo, são 10 jogos para conquistar uma medalha. Em esportes como levantamento de peso, esgrima, judô, as chances de ir para o pódio são maiores", afirma o presidente.

Terra


Rio 2016: Gêmea do nado aproveita férias na Tailândia antes de se focar na Rio 2016 e ganha elogios na web

Extra

Publicado em04/01/16 09:17 Atualizado em04/01/16 09:17 

Gêmea do nado aproveita férias na Tailândia antes de se focar na Rio 2016 e ganha elogios na web

Uma das gêmeas do nado sincronizado foi buscar inspiração do outro lado do mundo antes de disputar as Olimpíadas da Rio 2016. De férias, Branca Feres escolheu descansar nas praias paradisíacas da Tailândia, sem a companhia da irmã, Bia, antes de se focar nos treinos da seleção brasileira. A jovem viajou com uma das companheiras de equipe, Lorena Molinos.

"Este lugar é muito lindo. Estou muito feliz e aproveitando as férias, para depois voltar para treinar com tudo, começar 2016 inspirada. Não tem como começar melhor que isso", disse Branca, em um vídeo publicado no Facebook.

No Instagram, a gêmea tem publicado fotos diariamente e recebido muitos elogios dos fãs. “E ainda há quem não acredite em sereias”, “Êta lindeza”, “Que foto linda”, “Perfeita” e “Maravilhosa” foram apenas alguns dos comentários dos seguidores da atleta nas redes sociais.

Leia mais: http://extra.globo.com/esporte/rio-2016/gemea-do-nado-aproveita-ferias-na-tailandia-antes-de-se-focar-na-rio-2016-ganha-elogios-na-web-18403567.html#ixzz3wYjjN63p


Rio 2016: Jornal Alemão procura jovens jornalistas para atuar nos Jogos Paralímpicos

Notícias

06/01/2016

Procura-se jovens jornalistas para atuar nos Jogos Paralímpicos

Jornal alemão abre inscrições para equipe formada por profissionais de imprensa do Brasil, Alemanha e Grã-Bretanha  

Se você é jornalista, tem entre 18 e 23 anos, é apaixonado por esportes e quer atuar nos Jogos Rio 2016? Aí vai uma boa dica: o jornal Der Tagesspiel, de Berlim, e o Seguro Social Alemão de Acidentes (DGUV) estão em busca de jovens brasileiros para atuar como repórteres no Jornal Paralímpico, uma publicação especial que desde 2004 circula durante os Jogos Paralímpicos. As inscrições estão abertas até a sexta-feira (15).

Os selecionados para integrar a equipe de jornalistas do Brasil, Alemanha e Grã-Bretanha participam da cobertura competições e de entrevistas com atletas, personalidades do esporte e autoridades para o jornal, que está previsto em cinco edições. Duas delas vai ser em português e circulam no jornal O Globo durante os Jogos Paralímpicos, em setembro. As duas versões em alemão entram como suplementos nos jornais Die Zeit, Der Tagesspiegel e Handelsblatt. E a publicação em inglês vai ser distribuída para personalidades na Grã-Bretanha.

Quatro mil atletas de 176 países participam dos Jogos Paralímpicos Rio 2016 de 7 e 18 de setembro

Para se inscrever, é preciso enviar o formulário de inscrição preenchido, uma carta de motivação em inglês e um texto jornalístico sobre esportes Paralímpicos em português para o e-mail paralympics@tagesspiegel.de até 15 de janeiro. Despesas com viagens, acomodação e transporte são cobertas pelo programa.

Mais informações aqui


Rio 2016: Revezamento da tocha Olímpica Rio 2016 percorrerá todos os estados brasileiros

Notícias

29/01/2015

Revezamento da tocha Olímpica Rio 2016 percorrerá todos os estados brasileiros

Chama passará por cerca de 250 cidades, impactando 90% da população, antes de acender a pira Olímpica na cerimônia de abertura, no Maracanã

Prepare-se! O revezamento da tocha Olímpica Rio 2016, que acontece ano que vem, percorrerá todas as capitais de estado do país, além do Distrito Federal. O anúncio, feito nesta quinta-feira (29) pelo Comitê Organizador, revela que a chama Olímpica passará por cerca de 250 cidades, impactando 90% da população. O encontro inédito da histórica chama Olímpica com o calor humano do povo brasileiro promete muitas emoções:

“Ao conquistar os Jogos Olímpicos de 2016, prometemos integrar o país aos Jogos – um evento feito por todos, para todos os brasileiros e com a cara do Brasil para o mundo. Realizar o Revezamento da Tocha Olímpica no país inteiro é cumprir essa promessa e dar a milhões de pessoas a chance de participar de uma comemoração que ficará na memória”, disse Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Rio 2016.

Após a tradicional cerimônia de acendimento na cidade grega de Olímpia, berço dos Jogos Olímpicos da Antiguidade, a chama deve chegar ao Brasil de 90 a 100 dias antes do início dos Jogos Rio 2016. A tocha será carregada por pelo menos 10.000 condutores ao longo de cerca de 20.000km, além de voar em torno de 10.000 milhas pelo país até o dia 5 de agosto de 2016, quando acenderá a pira Olímpica na cerimônia de abertura, no Maracanã.

Processo de escolha dos carregadores da tocha acontece neste ano

O processo de indicação dos condutores da tocha acontecerá em 2015 e será realizado em parceria com os patrocinadores oficiais do revezamento: Coca-Cola, Nissan e Bradesco.

Também lançada nesta quinta-feira, a marca do revezamento faz referência ao design da própria tocha Olímpica, que foi escolhido em um concurso nacional no ano passado e que será lançado ao público ainda neste ano. Confira abaixo:

As cores quentes da marca remetem à chama e ao calor humano dos brasileiros, fazendo uma alusão ao que se espera do revezamento da tocha Olímpica no Brasil: um evento único, em que a celebração dos brasileiros de Norte a Sul do país abastecerá a chama Olímpica de energia contagiante. Essas cores quentes vão fazer parte do look das cidades, que também será revelado por completo ainda neste ano.

“Estamos escrevendo mais um capítulo da nossa longa história com o revezamento da tocha Olímpica. Desde os Jogos de Barcelona, em 1992, apostamos no poder que ele tem de emocionar, proporcionar momentos únicos e levar o espírito Olímpico para o mundo inteiro”, disse Flavio Camelier, vice-presidente da Coca-Cola Brasil para os Jogos Olímpicos Rio 2016.

“Queremos estar cada vez mais lado a lado com os brasileiros e o Revezamento da Tocha Olímpica nos permitirá levar com nossos carros um dos grandes momentos dos Jogos Olímpicos para todo o território nacional”, afirmou François Dossa, presidente da Nissan do Brasil.

“Acreditamos que o revezamento da tocha Olímpica é a janela do Brasil para o mundo, um evento em que poderemos mostrar nosso país em sua totalidade, nossas belezas naturais, nossas tradições diversificadas e nossa cultura plural. Enfim, o calor humano da nossa gente que acolhe o mundo inteiro de braços abertos”, avalia Jorge Nasser, diretor de Marketing do Bradesco.


Rio 2016: Neymar quer fazer história e conquistar nos Jogos Rio 2016 o primeiro ouro Olímpico do futebol brasileiro

27/01/2015

Neymar quer fazer história e conquistar nos Jogos Rio 2016 o primeiro ouro Olímpico do futebol brasileiro

“Espero trazer esse título para os brasileiros”, diz o atacante em entrevista exclusiva ao site rio2016.com

Neymar está determinado a dar um ponto final na maré de má sorte da seleção brasileira em grandes torneios de futebol dentro de casa. Em entrevista ao site rio2016.com, o atacante revelou que quer fazer história nos Jogos Rio 2016 e ajudar a equipe a conquistar o ouro Olímpico no gramado do Maracanã – único título que falta ao currículo da seleção canarinho.

Apesar de ser pentacampeão em Copas do Mundo, o Brasil não conseguiu levantar o troféu em ambas as ocasiões em que sediou o torneio, em 1950 e no ano passado, quando a derrota por 7 x 1 na semifinal pela Alemanha deixou um gosto amargo para o país anfitrião. Para Neymar e o Brasil, os Jogos Rio 2016 oferecem uma chance de redenção:

“Eu acho que tudo serve de aprendizado e, se o Brasil ainda não conquistou essa tão sonhada medalha de ouro no futebol, é porque a nossa vez ainda não tinha chegado. Espero poder fazer parte desse grupo e trazer esse título para os brasileiros, ainda mais jogando em casa. E vencer no Maracanã seria algo incrível, inesquecível e podem ter certeza que vamos dar o nosso melhor dentro de campo para que isso aconteça”, afirma.

O técnico Alexandre Gallo, que vai comandar a seleção brasileira de futebol masculino nos Jogos Rio 2016, já manifestou que quer convocar Neymar para preencher uma das três vagas disponíveis para jogadores com idade superior a 23 anos. Será a segunda participação Olímpica do atleta, que disputou os Jogos Londres 2012, quando o Brasil chegou na final, tendo vencido cinco partidas consecutivas, mas terminou com a medalha de prata, após perder de 2 x 1 para o México.

“Vestir a camisa da seleção brasileira é algo indescritível e, para mim, traz sempre uma lembrança incrível. Ainda mais em Londres, que foi a primeira vez que disputei os Jogos Olímpicos, então com certeza me marcou muito. Algo que vou lembrar pelo resto da vida”, diz o atacante, que está prestes a realizar um sonho nos Jogos Rio 2016.

“Já me imagino jogando os Jogos Olímpicos no meu país. Disputar os Jogos Rio 2016 seria a realização de um sonho, com certeza. Tive a oportunidade de disputar a Copa das Confederações e a Copa do Mundo no Brasil. Agora só faltam os Jogos Olímpicos. Vai ser uma alegria muito grande poder participar”, afirma o camisa 10.

Embora tenha apenas 22 anos, Neymar pode ser considerado um veterano e já vestiu três camisas lendárias do futebol mundial – Brasil, Santos e Barcelona. Mas ele acredita que representar o seu país no maior evento esportivo do planeta não se compara a qualquer outro torneio.

“Os Jogos Olímpicos são diferentes, porque é a junção de todos os esportes. Lembro que quando era pequeno adorava reunir os amigos e a família para ver as disputas. Acompanhava pela televisão e me imaginava lá, defendendo meu país. Ter alcançado esse objetivo tão jovem nos Jogos e, depois, na Copa do Mundo é uma honra para mim”, conta.

Neymar quer ver Bolt em ação na pista de atletismo

Fã dos Jogos Olímpicos desde pequeno, Neymar também vibra com a oportunidade de assistir ao vivo e, em seu país, a outros grandes astros do esporte mundial em ação.

“Queria muito ver a prova do Bolt, sou fã dele. E também quero muito ver o Brasil no vôlei, basquete, natação e judô”, conta o atacante.

“Em Londres, não ficamos com os outros atletas e acho que deve ser um clima muito diferente, até porque admiro muitos atletas brasileiros e ter esse contato seria maravilhoso”, completa.

Com espírito jovem e descontraído, o estilo de Neymar tem tudo a ver com os Jogos Rio 2016. Para ele, a energia contagiante do povo brasileiro será um dos principais diferenciais do evento.

“O diferencial que temos é a alegria do brasileiro. Nosso povo gosta muito de esporte e de receber bem as pessoas. Nada melhor do que juntar tudo isso nos Jogos Olímpicos. Com certeza vamos dar o máximo para ver a torcida vibrar na arquibancada”, finaliza.

Tags: futebol Jogos Olímpicos Neymar Rio 2016


Rio 2016: Rio de Janeiro entra no clima dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos com série de eventos-teste em 2015

 

Notícias

21/01/2015

Rio de Janeiro entra no clima dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos com série de eventos-teste em 2015

Competições permitem que organizadores testem a operação, que atletas experimentem as instalações e, em alguns casos, que o público torça por seus ídolos

O Rio de Janeiro vai vivenciar a atmosfera dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos já neste ano, quando a cidade receberá uma série de eventos-teste dos Jogos Rio 2016. Depois da Regata Internacional de Vela, primeiro evento preparatório dos Jogos, realizada em agosto do ano passado, cerca de 20 esportes diferentes terão competições disputadas na cidade em 2015.

“Os eventos-teste são uma parte crucial da preparação para a organização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, permitindo que o Comitê Organizador e nossos parceiros, especialmente as Federações Internacionais de cada esporte e os parceiros governamentais, testem todos os aspectos referentes à operação das instalações”, explica Dephine Moulin, gerente-geral de Eventos-Teste do Comitê Rio 2016.

“A prioridade nestes eventos é testar as áreas de competição e os sistemas de resultados. Eles também são oportunidades para que os atletas possam experimentar as instalações e, em alguns casos, chances para o público acompanhar os melhores atletas do mundo competindo na cidade. E também nos permitem assegurar que os Jogos serão realizados nos mais altos padrões, já que alguns dos eventos-teste serão competições internacionais de alto nível”, explica.

No total, 45 eventos-teste serão realizados até maio de 2016, três meses antes do início dos Jogos. Os eventos são divididos em três blocos: o primeiro, que conta principalmente com esportes ao ar livre, acontece entre julho e outubro deste ano; o seguinte, focado em esportes em ambientes fechados, entre novembro de 2015 e fevereiro de 2016; e o último, de março a maio de 2016, finalizando a preparação.

Alguns eventos serão realizados pelo Comitê Rio 2016, por meio da série de competições Aquece Rio, enquanto outros terão como organizadores as Federações Internacionais e as Confederações Brasileiras dos esportes. No segundo caso, o Comitê Rio 2016 realizará testes em operações específicas dos eventos.

Alguns dos destaques entre os eventos-teste programados para este ano são as competições de remo e hipismo, que acontecerão na Lagoa Rodrigo de Freitas e no Centro Olímpico de Hipismo, respectivamente, na semana de comemoração do marco de um ano para os Jogos Olímpicos, em agosto, além do torneio de tênis, que marcará a abertura do Parque Olímpico da Barra, em dezembro.

Alguns eventos contarão com venda de ingressos e outros serão fechados aos público. Já algumas competições na região de Copacabana, como triatlo, vela, maratonas aquáticas e ciclismo de estrada, poderão ser assistidas sem a necessidade da compra de ingressos.

O calendário preliminar de eventos-teste pode ser encontrado aqui, e a versão final será divulgada em breve.

Tags: eventos-teste Jogos Olímpicos Jogos Paralímpicos


Rio 2016: Veja como serão as moedas comemorativas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016

Notícias / Notícias

Notícias

31/01/2014

Veja como serão as moedas comemorativas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016

Com desenhos que celebram os dois eventos esportivos, moedas entram em circulação a partir de agosto deste ano

O Banco Central apresentou, nesta quinta-feira (30), o desenho das 36 moedas comemorativas criadas para homenagear a realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. O pacote conta com 16 moedas de R$ 1, de circulação comum, quatro de ouro e 16 de prata.

As primeiras moedas estão previstas para entrar em circulação em agosto deste ano e terão outras três fases de lançamento, previstas para fevereiro de 2015, agosto de 2015 e fevereiro de 2016. Em cada lançamento, serão emitidas quatro novas moedas de circulação comum, quatro de prata e uma de ouro.

O Comitê Rio 2016 prestou todo o suporte técnico necessário para o projeto, desenvolvido pelo Banco Central e pela Casa Moeda e aprovado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Confira abaixo as moedas comemorativas dos Jogos Rio 2016:


RIO 2016: Torcedores podem se cadastrar a partir de hoje para receber notícias em primeira mão - são 3,8 milhões de entradas por até R$ 70

15/01/2015

Formas de pagamento, meia entrada, regras de compra... Rio 2016 apresenta programa para venda de 7,5 milhões de ingressos

Torcedores podem se cadastrar a partir de hoje para receber notícias em primeira mão - são 3,8 milhões de entradas por até R$ 70

Foi dada a largada para a corrida por ingressos para os Jogos Olímpicos. O Comitê Rio 2016 apresentou nesta quinta-feira (15) o seu Programa de Ingressos, com o lançamento do portal de vendas e a divulgação das regras para compra, formas de pagamento e meia-entrada, disponíveis em www.rio2016.com/ingressos. Serão vendidos 7,5 milhões de ingressos - sendo R$ 3,8 milhões por até R$ 70 (confira os preços).

No Brasil, a compra de ingressos será dividida em quatro etapas. A primeira fase, que começa agora, é o cadastramento. Ao se cadastrar, você receberá informações sobre o programa – como os horários das competições - e alertas para não perder nenhuma fase do processo de compra. O cadastramento pode ser feito aqui.

“Teremos um processo justo e transparente, alinhado com o conceito de ‘Jogos para Todos’, um dos pilares do Comitê Rio 2016”, afirma Renato Ciuchini, diretor executivo Comercial do Comitê Rio 2016.

A solicitação de ingressos deverá ser feita em março, quando tem início a primeira fase do sorteio. A segunda etapa acontece em julho, quando apenas os torcedores que se inscreveram na primeira fase poderão participar. A partir de outubro, tem início a venda online das entradas que restarem. Já a venda em bilheteria acontece a partir de junho de 2016 (confira o passo a passo).

“Os torcedores viverão essa jornada como um atleta, superando etapas até consagração de chegar aos Jogos”, destaca Donovan Ferreti, diretor de Ticketing do Comitê Rio 2016.

“Com tantas atrações, é preciso se organizar para não perder o melhor do evento”, completa.

Para as pessoas que não residem no Brasil, a compra dos ingressos deverá ser efetuada por meio do revendedor autorizado em seu país de residência. A lista dos revendores estará disponível em março.

Já as informações sobre o Programa de Ingressos para os Jogos Paralímpicos serão anunciadas no primeiro semestre deste ano.

Maiores Informações: http://www.rio2016.com


Encantado com Arena Pantanal, Blatter vê "melhor Copa" e vai sugerir Libertadores em Cuiabá

 
 

Notícias / Arena Pantanal

24/06/2014 - 08:48

Encantado com Arena Pantanal, Blatter vê 'melhor Copa' e vai sugerir Libertadores em Cuiabá

Da Redação - Ronaldo Pacheco

O permanente sorriso no canto da boca do presidente da Fifa, Joseph Blatter, sempre ladeado pelo goverandor Silval Barbosa (PMDB), durante os quase 120 minutos em que permaneceu no interior da Arena Pantanal José Fragelli, em Cuiabá, durante a vitória da Nigéria sobre a Bósnia e Herzegovina, por 1 a 0, demonstraram sua satisfação com a qualidade do empreendimento. "Certamente é mais ecológico do que os melhores estádios da Europa. É um projeto futurista e que merece receber grandes platéias", afirmou o mandatário da Federação Internacional de Futebol Associado (Fifa).
 
Blatter ficou ao lado de Silval e do ministro dos Esportes e do ministro Aldo Rebello, dos Esportes e prefeito Mauro Mendes (PSB), de Cuiabá. A reportagem do Olhar Direto apurou com exclusividade o conteúdo de parcela considerável do diálogo de "sir Blatter" com Barbosa. Além da Arena, ele elogiou também o Aeroporto Marechal Cândido Rondon, que o deixou "fortemente impressionado" por estar quase pronto, após anos de obras. 

Da Arena, confessou-se "encantado" com as instalações, principalmente telão, telecomunicações, cadeiras, camarotes, iluminação, gramado e vias de acesso.

"Talvez até o presidente da Fifa tenha sido contagiado por algumas críticas sem fundamento. Disseram que estava um completo 'pântano' e vi que ficou no nível dos melhores do Brasil e até da Europa", elogiou ele, referindo-se às reportagens que apontavam lamaçais nas obras do Marechal Rondon.

Blater ficou tão impressionado com a Arena Pantanal que vai sugerir à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) que estabeleça 'mando de campo' de jogos do certame nacional na nova praça. "Aqui pode sediar grandes jogos entre os maiores clubes do Brasil. Quem sabe, a CBF pode lutar para trazer até a Champions League da América do Sul [Taça Libertadores], para ser disputada num espaço magnífico, como este", ensinou Blatter, sem levar em conta que, em 2014, os seis clubes brasileiros foram eliminados da competição e nenhum se classificou para as semifinais.

O Brasileirão 2014 já mandou dois jogos na Arena Pantanal: Atlético Mineiro 2 X 1 Santos, pela Série A; e Luverdense 2 X 1 Vasco da Gama, pela Segundona. Também houve dois jogos pela Copa do Brasil: Mixto 0 X 0 Santos e também Cuiabá 1 X 1 Internacional (RS).

"Estou na organização de Copas do Mundo desde 1978, e eu sei o qual difícil é montar uma estrutura como esta [Arena Pantanal]. Mesmo pronto em março, creio que tivemos tempo suficiente para fazer alguns ajustes e agora está correspondendo acima das expectativas não somente dos torcedores, mas também dos jogadores", disse ele, para Barbosa.

O presidente da Fifa cita que a Arena de Cuiabá, praticamente lotada em todos os jogos da Copa, é a prova de que, apesar da descrença de alguns, o Brasil está sediando a "melhor Copa do Mundo da história. Todos amam futebol", elogiou ele. Blatter até brincou que, diante da lotação completa em todos as partidas, o "erro" da Fifa foi não marcar mais jogos - nas fases decisivas da Copa.

Presença constante em Cuiabá desde 2011, o ministro do Esporte, Aldo Rebello, lembrou que sempre confiou nos preparativos de Mato Grosso, que seguiram em ritmo positivo. Aldo Rebello destacou a Blatter que a presidenta Dilma Rousseff (PT) não mediu esforços para ajudar Silval Barbosa na execução das obras da Copa do Pantanal Fifa 2014, seja na Arena, no aeroporto ou na mobilidade urbana.

Leia outras notícias do Mundial 2014 no Olhar Copa

Dunga é o novo técnico da Seleção e será apresentado nesta terça-feira

Dunga é o novo técnico da Seleção e será apresentado nesta terça-feira

 
Dunga está de volta à seleção brasileira. O retorno do treinador, que comandou o time canarinho na Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, será oficializado pela CBF na próxima terça-feira, às 11h (de Brasília), em coletiva de imprensa, na nova sede da entidade, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

No mesmo dia, o treinador e o coordenador de Seleções, Gilmar Rinaldi, vão revelar o nome dos outros membros da comissão técnica da seleção brasileira. A tendência é que o novo técnico peça a contratação de um auxiliar. Em sua passagem anterior, Dunga tinha Jorginho, outro remanescente do tetra, como fiel escudeiro.

A contratação de Dunga, hoje com 50 anos, foi alinhavada por Gilmar Rinaldi, pelo presidente da CBF, José Maria Marin, e pelo futuro comandante da entidade, o atual mandatário da Federação Paulista, Marco Polo Del Nero. Nos últimos dias, a Rádio Jovem Pan já anunciava o acerto do treinador para comandar a seleção brasileira. 

Antes do acerto com a CBF, Dunga estava prestes a definir a sua ida para a Venezuela. O treinador iria comandar a seleção do país em busca de uma vaga inédita na Copa do Mundo de 2018. Porém, com a proposta de retornar à Seleção, o técnico desistiu da oferta e fechou a sua volta ao time canarinho. 

Em 2006, em sua primeira passagem pela seleção brasileira, Dunga foi contratado pelo então presidente Ricardo Teixeira com a missão de comandar a renovação do futebol brasileiro. Em campo, os resultados apareceram e sob a batuta do ex-jogador o Brasil conquistou a Copa América de 2007 e a Copa das Confederações de 2009, além de ter encerrado as eliminatórias para a Copa na primeira colocação. No Mundial, porém, a equipe foi eliminada nas quartas de final, pela Holanda. 

Com a perda da Copa do Mundo, o técnico foi demitido por Ricardo Teixeira, que apostou na contratação de Mano Menezes para tocar um projeto de renovação. Em sua primeira passagem pela Seleção como treinador, Dunga disputou 60 partidas. Foram 42 vitórias, 12 empates e apenas seis derrotas.

Dunga vai substituir Luiz Felipe Scolari, que não teve o contrato renovado após as derrotas da Seleção na Copa disputada no Brasil. Nas semifinais, o time canarinho foi goleado pela Alemanha por 7 a 1, em Belo Horizonte. Na decisão do terceiro lugar, o time foi derrotado pela Holanda por 3 a 0, em Brasília.
 
Globo Esporte
 

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