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03/11/2019 08:19

Făs de Cristiano Araújo e Leandro visitam túmulos em Goiânia

O QUE ELES TINHAM EM COMUM

Fãs de Cristiano Araújo e Leandro visitam túmulos em Goiânia

Publicado

 
 

Os sertanejos morreram cedo, antes dos 40 anos. Leandro morreu em decorrência de um câncer, em 1998 e Cristiano Araújo, foi morto em um acidente de carro em (24) Junho de 2015.

Vários fãs, amigos e parentes estão visitando neste sábado (02), Dia de Finados, no Cemitério Jardim das Palmeiras, em Goiânia, os túmulos dos cantores sertanejos Leandro, que morreu em decorrência de um câncer, e Cristiano Araújo, morto em um acidente de carro em Junho de 2015.

O cantor Leandro morreu em 1998, após lutar dois meses contra um câncer raro na região do tórax.

 

Outro túmulo muito visitado é o do cantor Cristiano Araújo, de 29 anos, que morreu após sofrer um acidente na BR-153, em Morrinhos, no sul de Goiás, quando voltava para Goiânia após um show em Itumbiara. A namorada dele, Allana Moraes, de 19, também morreu na ocasião e o corpo dela foi enterrado no mesmo cemitério.

Cada visitante deixa sua homenagem com muito carinho aos dois ídolos sertanejos.

Leandro e Cristiano Araújo tinham muito em comum, veja.

Nascimento

Ambos nasceram no Estado que é apontado como berço da música sertaneja no Brasil: Goiás. Leandro nasceu na pequena Goianápolis, apontada como a “capital brasileira do tomate”. Já Cristiano Araújo veio ao mundo na capital Goiânia. Se 9 em cada 10 goianos sonham em fazer sucesso cantando sertanejo, Leandro e Cristiano Araújo podem se considerar vencedores na vida.

Inusitado

Antes do sucesso, Leandro e Cristiano Araújo foram descobertos de forma inusitada. Leandro e Leonardo trabalhavam numa farmácia, quando foram demitidos e resolveram cantar. Gravaram em 1983 uma fita com uma música de apenas três acordes, mas o suficiente para impressionar a gravadora Continental. A canção era “Entre Tapas e Beijos”, que se transformaria em febre nacional. Foi o pontapé inicial para os irmãos crescerem de forma avassaladora, mostrando um ritmo sertanejo diferente da antiga moda de vila, que acabou sendo chamado de “sertanejo moderno”.

Foi ouvindo os sucessos de Leandro e Leonardo que Cristiano Araújo tomou gosto pela música sertaneja desde cedo. Aos 6 anos de idade, ganhou dos seus pais seu primeiro violão, no qual fez seus primeiros acordes, e aos 9 anos, começou a fazer apresentações em público, participando de festivais. Com 13 anos, gravou seu primeiro CD para participar do Festival do Faustão, quando apareceu pela primeira vez com destaque em todo o Brasil. Daí para frente, o sucesso foi questão de tempo. Em 2015, as músicas de Cristiano Araújo eram as mais ouvidas do País nas rádios, numa fase em que o sertanejo vivia um de seus melhores momentos na história, conquistando diversas classes sociais e idades.

Auge

Inquestionavelmente, ambos foram ícones de suas gerações. E faleceram quando estavam no auge. Leandro descobriu um câncer raríssimo no tórax e não resistiu, quando tinha apenas 36 anos. Seu irmão, Leonardo, com quem fazia dupla, faz enorme sucesso até hoje. E nunca se esquece de seu companheiro, a quem homenageia em diversos shows e aparições na TV. Se estivessem juntos até hoje, certamente formariam uma das maiores duplas do País.

Cristiano Araújo partiu ainda mais novo, com 29 anos, após se envolver em um acidente de carro na volta de um show. Em 2015, era o principal nome do sertanejo universitário, tinha suas músicas entre as mais tocadas no país e era apontado como um dos grandes responsáveis por reerguer o sertanejo, que havia perdido força no início dos anos 2000.

Legião

Apesar de terem falecido cedo, Leandro e Cristiano Araújo só aumentaram sua legião de fãs mesmo após suas mortes. Uma rápida busca pelas redes sociais já permite encontrar diversas páginas dedicadas aos dois músicos, com publicações atualizadas. No coração dos fãs, Leandro e Cristiano Araújo seguem vivos, eternamente.

Adeus e saudade

É só uma coincidência, mas trechos dos principais sucessos dos cantores hoje viraram verdadeiros bordões para lembrar-se de Leandro e Cristiano Araújo. “Não aprendi dizer adeus” e “O que temos pra hoje é saudade” simbolizam muito bem o sentimento do público sem seus ídolos atualmente.


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