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16/08/2014 23:15

16/08: Show com O Rappa na Área Externa da Arena Pantanal - Parte 2

O EVENTO

Um Mega Evento onde reuniu mais de 8 mil pessoas no último Sábado no 1º de muitos Shows realizados na Área Externa da Arena Pantanal.

No palco, a força musical do Rappa, munido de talento, compromisso social e muita arte. A noite promete sonoridade de qualidade, com o que há de mais expressivo na música como ferramenta de consciência social, sem abrir mão da pegada musical que não deixa ninguém parado. Além disso, convidados reforçam a cena musical: Strauss, Quartal e Gleison Tulio.

Rappa & Convidados ocupou a área externa da Arena Pantanal no dia 16 de agosto, com abertura dos portões a partir de 21h30, uma iniciativa de Mario Zeferino Entertainment.

Parabéns e Sucessos!!!!

O Rappa

Uma galera cheia de energia para movimentar muita gente e dizer algumas verdades sobre as injustiças sociais que existem no Brasil. Aliado a isso, a competência musical de Marcelo Falcão (vocalista) Marcelo Lobato (teclado), Xandão (guitarra), Lauro Farias (baixo). O Rappa desembarca em Cuiabá no dia 16 de agosto para um show incrível, marca da banda, assinado pela MZ.

Tudo começou em 1993, quando Lobato, Xandão, Meirelles e Yuka uniram-se para acompanhar a turnê do cantor Pappa Winnie pelo Brasil. Só faltava um vocalista, que pouco tempo depois seria escolhido: chegava Marcelo Falcão para completar a banda.

O primeiro trabalho d'O Rappa foi lançado no ano seguinte, já mostrando a cara da banda e a pegada social que seguiria a partir daí: afinal, no Brixton, Bronx ou Baixada Fluminense a injustiça é igual – aqui ou lá, Todo Camburão tem um Pouco de Navio Negreiro... Esse seria o único disco com Meirelles no baixo: logo ele daria lugar ao Lauro Farias.

Em 1996, Rappa Mundi trouxe o sucesso para a banda. Foi um golaço que fez O Rappa explodir no Brasil. Nesse disco estão músicas que agitam os shows até hoje: Pescador de Ilusões, A Feira, Miséria S.A., O Homem Bomba e Eu Quero Ver Gol; além dos covers Ilê Ayê (Paulinho Camafeu), Vapor Barato (Waly Salomão e Jards Macalé) e de uma versão de Hey Joe, do Jimi Hendrix. Três anos depois, foi a vez de Lado B Lado A: Minha Alma (a paz que eu não quero), O Que Sobrou do Céu, Me deixa, Lado B Lado A e Tribunal de Rua ainda hoje estão entre as favoritas do público.

Lado B Lado A trouxe os primeiros prêmios da carreira. No ano 2000, o clipe de A Minha Alma... foi o grande vencedor do VMB (Video Music Brasil) com seis prêmios. No ano seguinte, O Que Sobrou do Céu venceu nas categorias Clipe do Ano, Melhor Direção e Fotografia.

Marcelo Yuka se tornou vítima da violência no Brasil: ao tentar impedir um assalto, acabou baleado e ficou paraplégico. Afastado dos palcos para tratamento médico e sem poder tocar bateria, ele seguiu compondo e trabalhando no estúdio com a banda.

Lançado em 2001, Instinto Coletivo foi o primeiro disco ao vivo da banda – e ainda trouxe 5 músicas inéditas. O clipe da música que deu nome ao disco ganhou mais 2 VMB’s em 2002 (Melhor Direção e Direção de Arte). No final de 2001, o Yuka sai da banda para seguir carreira solo.

O Rappa se transforma então em um quarteto formado por Marcelo Lobato (bateria), Lauro Farias (baixo), Xandão (guitarra) e Falcão (voz), além de Marcos Lobato como tecladista de apoio. É essa galera que grava O Silêncio Q Precede o Esporro, que em 2003 trouxe faixas como Reza Vela, O Salto, Rodo Cotidiano e Papo de Surdo e Mudo.

O ano de 2005 ficou marcado na história d'O Rappa pelo lançamento do Acústico MTV, que além das músicas já conhecidas trouxe também inéditas. No mesmo ano, eles levaram dois Prêmios Multishow: Melhor Grupo e Melhor Show. Em 2006, o DVD do Acústico levou o Prêmio Multishow de Melhor DVD e foi indicado como Melhor Disco de Rock Brasileiro e Melhor Performance em Vídeo Longo no Grammy Latino.

Depois da turnê acústica, o quarteto voltou ao estúdio para criar o álbum 7 vezes, de inéditas, lançado em 2008. Em agosto de 2009, a banda foi até uma garagem desativada na Rocinha para gravar o DVD O Rappa Ao Vivo, lançado em 2010. E foi com o repertório desse show histórico que fez uma bem-sucedida turnê por todo o país, que incluiu apresentações no festival Lollapalooza em São Paulo e em Chicago, nos EUA.

E cinco anos depois do último disco de inéditas, a banda voltou para estúdio e lançou Nunca Tem Fim, que apenas três meses após o lançamento já era disco de ouro pelas mais de 40 mil cópias vendidas. Embalada pela excelente aceitação das músicas Anjos, Auto-Reverse e Boa Noite Xangô, a banda voltou pra estrada e está com uma intensa agenda de shows.

Fotos: Jason Costa

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