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08/11/2018 07:24

Papai Noel: Cartas de crianças carentes já podem ser retiradas

PAPAI NOEL

Cartas de crianças carentes já podem ser retiradas

G1-MT

 
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Foi lançada oficialmente, nesta terça-feira (6), a campanha de adoção de cartas de natal escritas por crianças carentes, ao 'papai Noel”, em Cuiabá. A ação é realizada pelos Correios, em parceria com alunos de escolas públicas e instituições sociais.

A campanha, que é realizada há 29 anos, faz com que os presentes pedidos pelas crianças nas cartas sejam atendidos com o apoio de voluntários que “adotam” as cartinhas.

 

Cerca de 50 crianças e adolescentes de entidades sem fins lucrativos terão as cartas entregues ao “bom velhinho”.

Em Mato Grosso, nos últimos três anos, mais de 55 mil cartas foram entregues ao “papai Noel” e tiveram os pedidos atendidos.

Este ano, assim como na última edição, a campanha traz a possibilidade de adoção de cartinhas pela internet.

Em Cuiabá, quem quiser adotar online poderá acessar o blog da campanha e apadrinhar o pedido de uma criança.

Nesse caso, a entrega do presente pelo padrinho deve ser feita no ponto de entrega indicado.

A campanha

A campanha Papai Noel dos Correios surgiu por iniciativa de carteiros que, durante a rotina de trabalho, recebiam cartas escritas por crianças, destinadas ao Papai Noel, porém, sem endereço.

Sensibilizados, resolveram adotar eles mesmos as cartinhas e enviar os presentes.

Com o passar do tempo, a ação ganhou proporção e acabou se transformando num projeto corporativo.

A partir de então, as cartas enviadas pelas crianças são lidas e selecionadas e, depois, são disponibilizadas nas unidades da empresa para os voluntários.

Os carteiros não distribuem cartas das crianças diretamente à população, em suas residências. Os interessados precisam buscar as correspondências nas unidades ou se cadastrar no blog da campanha.

Os presentes são recebidos nos pontos de entrega divulgados e os Correios fazem a distribuição.

Não é permitida a entrega direta do presente, por isso, o endereço da criança não é divulgado, nem informado ao padrinho.


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